Terezas,
Aparecidas e Marias quase anônimas
do Grande ABC dividem o dia-a-dia
entre crianças e idosos
carentes e filas de banco para
negociar o estouro na conta
das entidades assistenciais
que fundaram e comandam.
São as Nossas Madres
Terezas da região que,
independentemente do credo,
ajudam a remendar o rombo que
a miséria e a ineficiência
pública deixam no tecido
social. Sem a visibilidade de
um Herbert de Souza, o Betinho
da campanha contra a fome, ou
de uma Zilda Arns, indicada
ao Nobel da Paz por seu trabalho
à frente da Pastoral
da Criança, em São
Paulo, mulheres que não
aparecem na tevê nem em
colunas sociais -- e o mais
perto que chegam de um evento
é do sagrado bingo --
tocam abrigos, asilos, creches
e fartas distribuições
de alimentos. Têm nenhuma
ou muito pouca ajuda oficial
de órgãos públicos.
Conheça a seguir quem
são as 67 abnegadas que
deixam casa, filhos e até
casamentos para dar amparo a
crianças, idosos e deficientes
carentes, todas premiadas por
LIVRE MERCADO com troféu
no Prêmio Desempenho de
2001, 2002, 2003, 2004, 2005,
2006 e 2007. |